Nome: América Futebol Clube

Apelido: Tricolor da Ribeirinha

Fundação: 8 de agosto de 1942

Endereço: Rua do América 1500 – Propriá/SE

Estádio: Durval Feitosa

Principais títulos: Campeonato Sergipano (2): 1966 e 2007

Cores: Verde, vermelho e branco, representando a união de todos os “Américas” do Brasil.

Mascote: Cavalo Alado

Uniforme 1: Camisa listrada nas cores verde, vermelho e branco e calção branco.

Uniforme 2: Camisa branca com duas faixas diagonais, uma verde e outra vermelha e calção verde.

 

O América Futebol Clube foi fundado por Durval Feitosa em 08 de agosto de 1942, após seu desligamento da diretoria do Esporte Clube Propriá.

O terreno para construção do estádio havia sido alugado. Com a ajuda dos torcedores, que fizeram um mutirão, os muros e arquibancadas foram construídos e o campo foi nivelado; os trabalhos eram feitos aos domingos e feriados. Aos poucos a obra foi concluída e batizada de Estádio José Neto. Com o tempo, o dono do terreno dispensou o aluguel e depois o doou ao América. As viagens para os jogo eram feitas em caminhões, só depois começaram a usar ônibus, que eram velhos e quebravam muito.

Mesmo com todas as dificuldades, nos anos 60, o América já figurava entre os melhores times do estado. Não foi a toa que, em 1965, chegou à final do campeonato estadual, perdendo o titulo para o Confiança em pleno Estádio José Neto, em Propriá. No ano seguinte, 1966, veio a revanche, então, no Estádio de Aracaju (hoje, Batistão) o Tricolor da Ribeirinha deu o troco no mesmo Confiança e sagrou-se campeão  sergipano.

Em 1980, com  o advento da segunda divisão e a saída de Durval Feitosa da cidade de Propriá, o América não foi mais o mesmo: desceu para a segundona e, por muito tempo, deixou de participar da elite do futebol sergipano. Enfrentou uma crise financeira e afundou em dívidas. Seu rival, o Propriá, enfrentava a mesma situação. Diante destas circunstâncias, em 1992, desportistas propriaenses resolveram unir as duas equipes e fundar a União Desportiva Propriá. A ideia frustrada durou apenas uma ano e, ao fim do campeonato sergipano daquele ano, a ilusão se desfez.

Em 1993, o América foi vice-campeão da série A-2 retornou à elite, mas caiu no ano seguinte. Iniciou-se aí, o que pode ter sido a pior fase do time ribeirinho: o clube tornou-se irregular, perdeu o status de time profissional e voltou ao amadorismo. Só em 2008, com grande empenho do, então presidente, Ermínio Souza, o clube regularizou-se e voltou a disputar a série A2 do Campeonato Sergipano. Em 2004, conseguiu o acesso, mas caiu novamente em 2005. Vale ressaltar, que o Tricolor estava mandando seus jogos nas cidades de Capela e Gararu.

Em 2006 as exigências da Federação Sergipana estavam mais rígidas: os times só poderiam disputar campeonato em sua própria cidade. Surgiu aí mais uma preocupação para a torcida ribeirinha já que nenhum dos três estádios de Propriá (José Neto, Constantino Tavares e João Alves) possuía condição alguma de receber jogos. Naquela época, Joaquim Feitosa, filho de Durval, assumiu a presidência do time e recorreu ao poder público pedindo a reforma do Estádio João Alves Filho. Como a solicitação não foi atendida, ele e seus irmão reformaram o José Neto e levaram o mando de jogo do América de volta para Propriá.

A reinauguração do José Neto, agora Durval Feitosa, foi no dia 10 de setembro de 2006, quando o América venceu a segunda partida na série A2 daquele ano: 1x0 sobre o São Cristóvão; mesmo time com o qual foi para a final, venceu tornou-se campeão da segunda divisão sergipana, colocando o América de volta na primeirona do estadual.

Os 3 primeiros jogos no Campeonato Sergipano de 2007 indicavam que o filme iria se repetir e o time cairia ao final da competição; foram duas derrotas e um empate. No entanto, a diretoria resolveu contratar o experiente técnico Ribeiro Neto que já no primeiro jogo mostrou a que veio e derrotou, fora de casa, o Lagartense pelo placar de 4x3.

O resto da primeira fase seguiu-se com festas do América e da torcida jogo após jogo. A prova disso e que o Durval Feitosa ficava lotado e, além disso, centenas de torcedores ficavam do lado de fora depois que os ingressos esgotavam. Toda essa empolgação repercutiu em campo e o time chegou ao quadrangular final como segundo colocado, atrás apenas do Confiança.

A bela campanha do Tricolor teve continuidade e já na última rodada do quadrangular, apenas América e Confiança tinham chances de levantar a taça, as duas equipes estavam empatadas em números de pontos. Enquanto o Sergipe derrotava o Confiança no Batistão, no Presidente Médici, em Itabaiana, o América empatou com o Tricolor da Serra e levantou a taça de Campeão Sergipano de 2007.


Por: Gabriel Lemos




Parceiros

Redes Sociais


Copyright 2013 América F.C. Todos os direitos reservados. Site desenvolvido por Tharlysson B. & Gabriel L.